"Sabe, eu sempre sonhei que faria algo de grande nesse mundo. Sempre imaginei que eu tivesse algum talento, ou algo em que fosse bom. Eu sempre pensei que eu fosse o príncipe que lutara milhares de batalhas em prol de um princesa. Mas parece que nada disso aconteceu. O que devo fazer?"
Tem horas que só dá vontade de jogar tudo pro alto e começar do zero. "Mas você não pode; a vida é assim!". Mas e se eu pudesse? Quem disse que eu não posso? Afinal, quem faz minha realidade não sou eu?
Quem disse que é com os erros que se aprende? Se fosse assim, pra quê haveriam escolas? Ora, se é errando que se aprende, eu posso errar em casa! Muito melhor, eu posso errar sozinho! "É vivendo que se aprende.". Esse eu já não posso comentar sem entender completamente a definção de "vida". Afinal, o que é vida? O oposto de morte? E o que é morte?
Qual é a linha tênue que, dizem, separa as duas? A melhor definição que já ouvi foi "Vamos todos vivendo, e morrendo.". Pronto! O que é a morte senão a vida, e a vida senão a morte? E tudo isso sendo distintas! Se você pensar que a cada dia está mais morto, o medo da morte desaparece num segundo certo? "Estamos todos morrendo e vivendo"...
Consideremos o instante ínfimo do momento em que ganhamos vida (ahá! o erro em nosso cotidiano...). Se nesse instante tínhamos, ainda, "toda a vida pela frente" eu afirmo que é o único momento de nossas vidas (olha ele aí de novo) eu que estávamos vivos. Ou seja, não vivemos: morremos. Ao mesmo tempo, não morremos: vivemos.
Mas tudo isso é muito complicado de entender e, da mesma proporção, inútil de se fazer o mesmo. Então, vivamos na ignorância, vivendo a morte viva, aprendendo com os erros e errando em aprender.
Tem horas que só dá vontade de jogar tudo pro alto e começar do zero. "Mas você não pode; a vida é assim!". Mas e se eu pudesse? Quem disse que eu não posso? Afinal, quem faz minha realidade não sou eu?
Quem disse que é com os erros que se aprende? Se fosse assim, pra quê haveriam escolas? Ora, se é errando que se aprende, eu posso errar em casa! Muito melhor, eu posso errar sozinho! "É vivendo que se aprende.". Esse eu já não posso comentar sem entender completamente a definção de "vida". Afinal, o que é vida? O oposto de morte? E o que é morte?
Qual é a linha tênue que, dizem, separa as duas? A melhor definição que já ouvi foi "Vamos todos vivendo, e morrendo.". Pronto! O que é a morte senão a vida, e a vida senão a morte? E tudo isso sendo distintas! Se você pensar que a cada dia está mais morto, o medo da morte desaparece num segundo certo? "Estamos todos morrendo e vivendo"...
Consideremos o instante ínfimo do momento em que ganhamos vida (ahá! o erro em nosso cotidiano...). Se nesse instante tínhamos, ainda, "toda a vida pela frente" eu afirmo que é o único momento de nossas vidas (olha ele aí de novo) eu que estávamos vivos. Ou seja, não vivemos: morremos. Ao mesmo tempo, não morremos: vivemos.
Mas tudo isso é muito complicado de entender e, da mesma proporção, inútil de se fazer o mesmo. Então, vivamos na ignorância, vivendo a morte viva, aprendendo com os erros e errando em aprender.
